Onde as redes prestadoras estão falhando?
Comecei a compartilhar por aqui algumas provocações que são esclarecidas no artigo Judicialização na saúde suplementar: análise dos processos relacionados ao transtorno do espectro autista em Minas Gerais, disponível em rbss.org.br.
Hoje, chamo a atenção para um ponto crítico: a fragilidade das redes prestadoras. A ausência de prontuários, estruturas físicas inadequadas e profissionais não capacitados compõem um quadro que compromete os resultados das terapias e onera operadoras e famílias.
“Como cobrar resultado de um serviço que sequer tem dados básicos para avaliação?”
Na prática, isso se traduz em terapias ineficientes, aumento de custos e, frequentemente, em judicialização como única alternativa das famílias.
É preciso mais do que prestar atendimento — é preciso qualificar, monitorar, treinar e padronizar.
Diante desse desafio, eu iniciei um novo projeto: a Próxima Consultoria, que oferece soluções práticas com foco no acompanhamento humanizado de neurodivergentes. Entre os serviços oferecidos, destacam-se:
:: Análise da rede prestadora
:: Padronização do credenciamento
:: Avaliação de serviços
:: Treinamento de auditores
:: Apoio técnico nas análises de pedidos de Terapias Especiais
:: Acompanhamento sistemático dos atendimentos
A Próxima Consultoria tem como propósito atuar como uma ponte entre as diversas possibilidades de tratamento e o desenvolvimento saudável e integrado de pessoas neurodivergentes. Para isso, oferece suporte técnico e prático tanto aos profissionais das equipes multidisciplinares quanto aos familiares, promovendo cuidado qualificado, individualizado e baseado em evidências.
